A possibilidade de uma ação militar dos Estados Unidos contra o Irã ganhou força, mesmo sem uma decisão final do presidente Donald Trump. Recentemente, o Exército dos EUA informou à Casa Branca que já pode realizar ataques a partir do próximo fim de semana, após aumentar significativamente sua presença aérea e naval no Oriente Médio. Trump, conforme indicações de fontes próximas, está avaliando os prós e contras de uma intervenção militar, ouvindo conselhos de assessores e aliados, mas ainda não sinalizou se dará o aval para essa ofensiva.
A incerteza em torno da situação preocupa as autoridades, que notam um aumento nas tensões. Enquanto isso, diplomatas dos EUA e do Irã realizaram conversas indiretas em Genebra, mas não chegaram a um acordo. O negociador-chefe do Irã indicou que um “conjunto de princípios orientadores” foi aceito, mas uma autoridade dos EUA destacou que ainda existem muitos detalhes a serem discutidos. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, enfatizou que a diplomacia é sempre a primeira opção, mas não descartou a possibilidade de um ataque, afirmando que existem muitos argumentos para tal ação.
Além disso, o secretário de Estado, Marco Rubio, planeja visitar Israel para discutir as negociações com o Irã, enquanto as movimentações militares dos EUA aumentam as preocupações sobre uma possível escalada. O porta-aviões USS Gerald Ford pode se juntar ao posicionamento de aviões da Força Aérea em bases no Reino Unido. O Irã, por sua vez, continua a reforçar suas instalações nucleares, o que agrava ainda mais a situação. Trump, em discursos recentes, tem evitado convocar o Congresso ou a população para uma grande operação militar, focando em evitar que o Irã desenvolva armas nucleares e sugerindo interesse em mudanças no regime, sem definir objetivos claros para uma ação militar.
Fonte: Oeste











