Maryna Bondarenko, uma jornalista de 51 anos, vive em um estado de incerteza em sua casa na Polônia, com três malas prontas, esperando o dia em que a paz retornará à Ucrânia. Ela fugiu de Kyiv junto com seu filho e sua mãe após o início da invasão russa em 24 de fevereiro de 2022, acreditando que ficariam fora do país por apenas um ou dois meses, até que a guerra terminasse. No entanto, quatro anos se passaram, e ela ainda está na Polônia, trabalhando em uma redação de língua ucraniana que atende a uma comunidade de mais de 1,5 milhão de ucranianos que vivem no país. A situação desses refugiados é complexa, pois muitos deles esperam ansiosamente pelo retorno, mas as incertezas causadas pela guerra continuam a dificultar o planejamento de suas vidas. A realidade é que a guerra não apenas destruiu lares, mas também interrompeu vidas e sonhos. Enquanto isso, Maryna e outros ucranianos na Polônia continuam a se adaptar a uma nova vida, buscando manter suas identidades culturais e ao mesmo tempo lutando para se estabelecer em um país que os acolheu temporariamente. O futuro permanece incerto, mas a esperança de um retorno à sua terra natal persiste entre os ucranianos dispersos pela Europa.
Fonte: Al‑Monitor











