O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), respondeu às acusações da base esquerdista de que teria “fraudado” a votação que aprovou a quebra de sigilos de investigados, incluindo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Viana explicou que a estratégia da esquerda em tentar derrubar requerimentos em bloco falhou devido à falta de votos no momento decisivo. Ele destacou que a votação simbólica foi utilizada e que a contagem seguiu as regras do regimento. Segundo ele, a base governista não conseguiu o número necessário de votos e a votação foi aprovada com 31 parlamentares, sendo que 16 votos eram necessários para a aprovação. Viana enfatizou que a alegação petista de que o quórum seria de 21 era incorreta, já que a votação nominal estabeleceu que o quórum era de 31. O senador também comentou sobre a contagem de votos, afirmando que, mesmo após a base governista tentar apresentar mais parlamentares, o número ainda era insuficiente. Viana reafirmou sua confiança nas decisões tomadas e afirmou que as orientações da Secretaria da Mesa foram seguidas rigorosamente, garantindo a correção dos procedimentos adotados. Ele lamentou a falta de entendimento por parte da oposição e reiterou que não havia irregularidades na contagem dos votos.
Fonte: Oeste












