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Eduardo Bolsonaro é afastado do cargo de escrivão pela Polícia Federal

A Corregedoria Regional da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro decidiu, nesta quinta-feira, 26, afastar preventivamente o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) do cargo de escrivão na Delegacia da PF em Angra dos Reis. Essa medida foi adotada no contexto de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que foi instaurado em 27 de janeiro, com o intuito de investigar faltas injustificadas do ex-parlamentar. A investigação busca esclarecer se Eduardo Bolsonaro deixou de comparecer ao trabalho intencionalmente e sem justificativa por mais de 30 dias consecutivos. A determinação do afastamento foi publicada em uma portaria assinada pelo corregedor regional da PF em 10 de fevereiro, e Eduardo se encontra nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. O afastamento é temporário e permanecerá até que o PAD seja concluído. Além disso, a decisão estipula um prazo de cinco dias úteis para que ele devolva a arma de fogo e a carteira funcional. Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, é escrivão concursado da Polícia Federal. Em 2 de janeiro, a PF já havia determinado seu retorno ao cargo, uma vez que ele estava licenciado para exercer seu mandato parlamentar. Após a cassação de seu mandato pela Câmara dos Deputados devido ao excesso de faltas, a PF exigiu sua reapresentação imediata. A ausência não justificada pode ser caracterizada como abandono de cargo, e a Corregedoria da PF no Rio vai apurar a responsabilidade de Eduardo por essa suposta falta intencional. Essa situação levanta questionamentos sobre a perseguição política que a família Bolsonaro tem enfrentado nos últimos tempos.

Fonte: Oeste

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