Recentemente, uma nova leva de documentos divulgada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos trouxe à tona e-mails atribuídos ao financista Jeffrey Epstein, que contêm acusações contra Bill Gates. Nos e-mails, Epstein levanta questões sobre a vida pessoal do fundador da Microsoft, incluindo encontros com mulheres russas e uma suposta infecção sexualmente transmissível. As mensagens, datadas de 18 de julho de 2013, incluem críticas diretas de Epstein a Gates, que teria decidido encerrar a relação entre os dois. Epstein expressa sua decepção pela decisão, que ocorreu após uma amizade de seis anos, e sugere que Gates pediu a exclusão de mensagens sensíveis que poderiam comprometer a imagem do empresário.
De acordo com a imprensa americana, os documentos indicam que parte das mensagens foi redigida do ponto de vista de Boris Nikolic, um dos principais assessores de Gates, que chegou a oferecer sua renúncia à Fundação Bill e Melinda Gates, mencionando o envolvimento em uma disputa conjugal entre o casal. Isso levanta questões sobre as relações pessoais e profissionais de Gates durante esse período.
O material divulgado inclui também imagens de Epstein e Gates juntos em diversas ocasiões, o que acentua as especulações sobre a natureza de suas interações. Em resposta às acusações, Bill Gates se manifestou através de um porta-voz, que classificou as alegações como “absurdas e completamente falsas”, argumentando que os documentos apenas refletem a frustração de Epstein por não conseguir manter a relação com Gates.
Vale lembrar que Gates já havia expressado arrependimento por ter mantido contato com Epstein, que faleceu em 2019 enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual. O empresário sempre negou qualquer irregularidade em suas interações. A relação entre Bill e Melinda Gates, que durou de 1994 até 2021, foi afetada por questões como os relacionamentos extraconjugais de Gates e sua ligação com Epstein, que Melinda já mencionou como fatores que contribuíram para o divórcio.
Fonte: Oeste






