Durante uma audiência na Câmara dos Deputados, o Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, expressou sua defesa pela jornada de trabalho de 40 horas semanais e a escala de 5×2. Ele destacou que a proposta de redução para 36 horas, apresentada na PEC que visa acabar com a escala 6×1, ainda requer estudos adicionais para garantir que a mudança seja benéfica tanto para os trabalhadores quanto para os empregadores. Marinho argumentou que a implementação de jornadas reduzidas sem a devida análise pode resultar em efeitos adversos no mercado de trabalho, prejudicando a geração de empregos e a produtividade das empresas. O Ministro enfatizou a importância de um debate profundo sobre as implicações econômicas e sociais de alterar a carga horária dos trabalhadores, ressaltando que é fundamental encontrar um equilíbrio que respeite os direitos dos trabalhadores sem comprometer a viabilidade das empresas. Ele também mencionou que as mudanças nas leis trabalhistas devem ser feitas de forma cuidadosa e consciente, evitando soluções simplistas que possam ter consequências indesejadas. A posição de Marinho reflete uma visão cautelosa sobre as reformas trabalhistas, priorizando a estabilidade econômica e a preservação dos empregos no Brasil.
Fonte: Metrópoles












