Estocolmo, 18 de março – O governo da Suécia confirmou que um cidadão sueco foi executado pelo Irã, conforme declarado pela ministra das Relações Exteriores da Suécia, Maria Malmer Stenergard. Em resposta a essa grave violação dos direitos humanos, a ministra convocou o embaixador iraniano em Estocolmo para expressar sua profunda condenação à decisão. Embora o nome da vítima não tenha sido divulgado, sabe-se que a pessoa foi presa no Irã em junho do ano passado e que o governo sueco tem abordado repetidamente o caso com as autoridades iranianas. Em sua declaração, Stenergard enfatizou que a pena de morte é um castigo desumano, cruel e irreversível, ressaltando a posição da Suécia e da União Europeia de que essa prática deve ser condenada em todas as circunstâncias. A execução de cidadãos por motivos políticos ou em condições injustas é uma prática que deve ser amplamente criticada, pois fere não apenas os direitos humanos, mas também a dignidade da vida. A Suécia, ao lado de outros países da UE, continua a defender os direitos fundamentais e a buscar justiça para aqueles que foram vítimas de regimes opressivos. Esse caso ressalta a necessidade de um diálogo contínuo sobre os direitos humanos em nível internacional e a importância de pressionar por mudanças significativas na política iraniana em relação a questões de direitos humanos.
Fonte: Al‑Monitor










