Em 25 de março, os guardas costeiros da Líbia começaram a operação de remoção de um petroleiro de gás natural liquefeito (GNL) danificado, que havia sido advertido por diversos países mediterrâneos devido ao risco ambiental que representava. A informação foi divulgada pelo Governo de Unidade Nacional (GNU), com sede em Trípoli. O petroleiro, de bandeira russa, denominado Arctic Metagaz, estava carregando GNL originário do porto ártico de Murmansk e estava à deriva desde o início de março. Segundo o Ministério dos Transportes da Rússia, o navio foi atingido por drones navais ucranianos, o que resultou na sua avaria e na ausência de tripulação a bordo. Com isso, o Arctic Metagaz acabou se aproximando das costas do porto de Zuwara, localizado no oeste da Líbia. A situação levou a um alerta geral sobre possíveis consequências ambientais e riscos de poluição na região, o que motivou a ação do governo líbio para evitar maiores danos. A remoção do navio representa uma importante medida de segurança ambiental e uma resposta à preocupação internacional sobre a preservação dos mares e oceanos, especialmente em áreas vulneráveis como o Mediterrâneo, onde incidentes como esse podem ter um impacto significativo na biodiversidade local e nas economias dos países costeiros.
Fonte: Al‑Monitor












