A juíza da Suprema Corte dos EUA, Ketanji Brown Jackson, expressou sua posição a favor da proibição da ‘terapia de conversão’ no Colorado, afirmando que essa restrição deve ser considerada um padrão adequado de cuidado. Jackson, que foi empossada em outubro de 2022, destacou a importância de proteger os direitos individuais e a saúde mental de jovens e adultos que podem ser alvo de práticas prejudiciais. A terapia de conversão, amplamente criticada por especialistas em saúde mental e defensores dos direitos humanos, é vista como uma tentativa de mudar a orientação sexual ou a identidade de gênero de uma pessoa, o que pode resultar em danos psicológicos significativos. A decisão da juíza reforça a ideia de que a saúde e o bem-estar dos indivíduos devem ser priorizados, especialmente em um contexto onde práticas como essa têm sido cada vez mais contestadas. A postura de Jackson se alinha com um movimento mais amplo nos Estados Unidos que busca proibir essas terapias em várias jurisdições, refletindo uma mudança cultural em direção à aceitação e ao respeito pela diversidade sexual e de gênero. Essa decisão pode ter implicações significativas para outros estados que ainda permitem a terapia de conversão, incentivando um debate maior sobre a proteção dos direitos da comunidade LGBTQ+ em todo o país.
Fonte: Epoch Times







