Neste período de Semana Santa, a Cidade Velha de Jerusalém apresenta uma aparência incomum, com ruas silenciosas e uma notável falta de peregrinos. O Hospital Austríaco, um ponto tradicional para grupos de peregrinos cristãos, está alertando os visitantes para que realizem suas reservas com uma antecedência de 16 meses, um indicativo da redução no fluxo de turistas e devotos nesta época do ano. Em uma das noites desta semana, uma recepcionista do hospital chegou a informar a um jornalista do Post que poderia ser a única hóspede naquele momento, evidenciando a quietude que toma conta da região. Essa situação alarmante ressalta não apenas a importância da presença de peregrinos para a vitalidade cultural e econômica da Cidade Velha, mas também os desafios enfrentados pelo turismo em locais de grande importância religiosa. A Semana Santa, normalmente marcada por uma intensa atividade religiosa e celebrações, agora contrasta com a realidade de um espaço que deveria estar vibrante de fé e devoção. A expectativa é que, com o tempo, a normalidade retorne ao fluxo de visitantes, permitindo que Jerusalém recupere sua essência espiritual e cultural, tão essencial para a história do cristianismo.
Fonte: Washington Post












