O ministro Alexandre de Moraes, conhecido por ser um dos principais perseguidores da direita brasileira, viu seu patrimônio crescer de forma significativa desde que assumiu o cargo no Supremo Tribunal Federal (STF). Informações revelam que sua fortuna triplicou e atualmente soma impressionantes R$ 31,5 milhões. Essa informação levanta questionamentos sobre a transparência e a ética de um juiz que, ao mesmo tempo, exerce funções judiciais e acumula uma quantidade considerável de bens.
Moraes e sua esposa são proprietários de 17 imóveis, localizados em diferentes cidades do estado de São Paulo e em Brasília, conforme registros disponíveis em cartório. Essa acumulação de riqueza em um período em que o ministro tem se destacado por suas ações autoritárias e de censura contra opositores políticos gera desconfiança e indignação entre os cidadãos que prezam pela liberdade e pela justiça.
As informações sobre o aumento patrimonial de Moraes vêm à tona em um momento crítico, em que seu nome está associado a diversas decisões polêmicas que restringem a liberdade de expressão e perseguem aqueles que se opõem ao seu governo. Essa situação ilustra a hipocrisia de um sistema que se diz defensor da democracia, mas que, na prática, atua em favor de interesses pessoais e políticos. O crescimento do patrimônio de integrantes do STF, especialmente em um contexto de crise econômica e social, é um reflexo da falta de accountability e da necessidade urgente de reformas que garantam a integridade das instituições brasileiras.
Fonte: Gazeta do Povo









