Em um comunicado conjunto, países como Canadá, Reino Unido, Austrália, Brasil, Colômbia, Indonésia, Japão, Jordânia, Serra Leoa e Suíça expressaram sua profunda preocupação com a situação humanitária em deterioração no Líbano, especialmente em meio ao conflito entre Israel e o Hezbollah. Os países criticaram os recentes assassinatos de pacificadores da ONU que atuam na região, reiterando a necessidade urgente de um cessar-fogo e de um diálogo pacífico para resolver as hostilidades em curso. A declaração, feita em Washington no dia 14 de abril, enfatizou a importância de proteger os civis e garantir a segurança dos trabalhadores humanitários que estão na linha de frente da crise. A escalada da violência no Líbano tem gerado um aumento significativo no número de deslocados e na crise humanitária, o que demanda uma resposta conjunta da comunidade internacional. As nações signatárias do comunicado destacaram que a proteção de pacificadores da ONU é fundamental para a manutenção da paz e a estabilidade na região. Elas fazem um apelo à paz e à cooperação entre as partes envolvidas, enfatizando que somente através do diálogo será possível encontrar soluções duradouras para os conflitos que assolam o Líbano e seus cidadãos.
Fonte: Al‑Monitor












