O ministro das Finanças da França, Roland Lescure, afirmou em coletiva de imprensa na última quinta-feira que o Estreito de Hormuz deve ser reaberto, mas enfatizou que isso não deve ocorrer a qualquer custo. Essa declaração surge em um contexto de crescente tensão no Oriente Médio, após ataques dos EUA e de Israel direcionados ao Irã, que resultaram na resposta do Teerã bloqueando praticamente o Estreito de Hormuz. Este estreito é um ponto estratégico vital para o transporte de petróleo e gás, e seu fechamento tem gerado um aumento significativo nos preços da energia em todo o mundo. Lescure destacou que os líderes do G7 estão prontos para intervir e mitigar os impactos econômicos decorrentes da guerra na região. A situação no Oriente Médio continua a ser monitorada de perto, uma vez que a estabilidade dessa área é crucial para a economia global. O bloqueio do Hormuz não apenas afeta diretamente os países envolvidos, mas também tem repercussões em mercados internacionais, que dependem da fluidez do transporte de recursos energéticos. Diante desse cenário, a posição do G7 é de cautela, mas também de firmeza, na busca por soluções que garantam a liberdade de navegação e a estabilidade econômica global.
Fonte: Al‑Monitor








