A família de Oscar Schmidt, ícone do basquete mundial, decidiu realizar uma cerimônia de despedida reservada, restrita aos familiares, em um gesto que visa preservar a intimidade e o recolhimento necessários em um momento tão delicado. Em nota, os parentes expressaram que essa escolha reflete o desejo de manter a privacidade em meio à tristeza pela perda do ex-atleta. Oscar faleceu aos 68 anos, no dia 17 de Novembro, em São Paulo, após sofrer uma parada cardiorrespiratória em sua residência, em Santana de Parnaíba. Ele foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, mas já chegou sem sinais vitais.
A morte de Oscar provocou grande repercussão nas redes sociais e entre admiradores do esporte, que o consideravam um dos maiores nomes da história do basquete. Conhecido como “Mão Santa”, ele construiu uma carreira repleta de recordes, encerrando sua trajetória com impressionantes 49.737 pontos, além de ser o maior pontuador da história das Olimpíadas, com 1.093 pontos.
Oscar representou o Brasil em cinco edições dos Jogos Olímpicos, entre 1980 e 1996, e um dos momentos mais emblemáticos de sua carreira foi a vitória da seleção brasileira sobre os Estados Unidos no Pan-Americano de 1987. Nos últimos anos, ele enfrentava sequelas de um câncer no cérebro diagnosticado em 2011, que afetaram sua saúde e o afastaram de compromissos públicos. A perda de Oscar Schmidt é sentida não apenas por sua família, mas por todos que o admiravam pelo seu talento e dedicação ao esporte.
Fonte: Oeste







