O candidato à presidência do Peru, Roberto Sánchez, que ocupa a segunda colocação nas eleições com 93,48% dos votos apurados, afirmou que não irá promover expropriações como parte de seu programa de governo. Ele se prepara para um segundo turno contra Keiko Fujimori, marcado para o dia 7 de junho. Durante sua campanha, Sánchez se posicionou como a voz de um movimento popular, comunal, andino e amazônico, e propôs uma nova Constituição para o país. Em meio à sua ascensão nas pesquisas, ele criticou as elites econômicas, acusando-as de disseminar um clima de “pânico financeiro” em torno de sua candidatura. Essa estratégia parece ser uma tentativa de tranquilizar os mercados e investidores sobre suas intenções de governar. A postura de Sánchez reflete uma preocupação com a estabilidade econômica, essencial para atrair investimentos e garantir o crescimento do país. As eleições no Peru têm gerado um intenso debate sobre a direção econômica do país, especialmente em um cenário global incerto. A expectativa é que o resultado do segundo turno traga clareza sobre o futuro econômico do Peru e as políticas que serão implementadas, principalmente no que diz respeito à relação com o setor privado e à proteção do patrimônio nacional.
Fonte: MercoPress











