Professores de cívica de Fairfax, na Virgínia, foram flagrados instruindo seus alunos a irem para casa e pressionarem seus pais a votarem SIM em uma emenda constitucional apoiada pelos democratas. Essa emenda permitiria que a Assembleia Geral descartasse os atuais mapas eleitorais justos do estado e impusesse um novo mapa altamente gerrymanderizado, com uma proporção de 10 democratas para 1 republicano. Essa estratégia tem como objetivo explícito a proteção de interesses partidários, sob a justificativa de “parar Trump a qualquer custo”. O uso da sala de aula para promover uma agenda política específica levanta sérias preocupações sobre a imparcialidade do ensino e a manipulação política de jovens impressionáveis. A influência de professores na formação das opiniões políticas de seus alunos não deve ser subestimada, especialmente quando se trata de questões tão polarizadoras. A situação em Fairfax exemplifica um problema crescente em muitas escolas, onde a ideologia política pode interferir na educação neutra e objetiva dos alunos. O que deveria ser um espaço para o aprendizado e o desenvolvimento crítico está se tornando um campo de batalha ideológico, o que pode ter consequências duradouras para a política e a sociedade. A comunidade deve estar atenta a essas práticas e exigir que a educação permaneça livre de doutrinação partidária.
Fonte: The Gateway Pundit








