Durante seu retorno a Roma após uma turnê por quatro países da África, o Papa Leo, o primeiro papa dos Estados Unidos, expressou sua firme condenação ao assassinato de manifestantes no Irã. A declaração veio após críticas do ex-presidente Donald Trump, que havia questionado a posição do líder católico por não ter se manifestado anteriormente sobre os conflitos envolvendo os Estados Unidos e Israel contra o Irã. O Papa lamentou a morte de ‘tantos’ civis como resultado da guerra e expressou preocupação com o colapso das negociações de paz entre os EUA e o Irã. A postura do Papa em relação à guerra e à violência é uma reafirmação de sua posição histórica em defesa da paz e da dignidade humana. Ele enfatizou a importância do diálogo e da reconciliação como caminhos para a resolução de conflitos, ao invés do uso da força. Esta declaração não apenas reflete a posição do Papa em relação à violência e à guerra, mas também destaca a necessidade de um comprometimento global em proteger os direitos humanos e a vida dos civis, especialmente em regiões afetadas por conflitos armados. A crítica de Trump ao Papa, embora controversa, trouxe à tona um debate mais amplo sobre a responsabilidade moral dos líderes religiosos em tempos de crise.
Fonte: Al‑Monitor











