O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, sob a gestão do governo Lula, está sob os holofotes devido aos altos gastos com viagens de sua cúpula, que totalizam quase R$ 1,2 milhão entre 2023 e 2025. Segundo dados do Portal da Transparência, foram realizadas mais de 190 viagens, sendo aproximadamente R$ 600 mil gastos em deslocamentos internacionais e quantia similar em viagens dentro do Brasil. Symmy Larrat Brito de Carvalho, secretária nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, lidera a lista com cerca de R$ 550 mil em despesas, acumulando um total de 94 viagens, das quais 16 foram internacionais, resultando em gastos de quase R$ 250 mil. Outros membros da cúpula, como Lucas Santiago Vilela, coordenador-geral de Assuntos Internacionais, também apresentam despesas significativas, com cerca de R$ 275 mil, a maior parte em viagens ao exterior. Alessandro Santos Mariano, chefe de gabinete, e Hiago Mendes Guimarães, diretor na secretaria, somam R$ 200 mil e R$ 160 mil, respectivamente, em seus deslocamentos. O MDHC defende que as viagens estão alinhadas às suas atribuições institucionais e têm como objetivo fortalecer a presença do Brasil em fóruns internacionais e desenvolver políticas públicas. No entanto, o elevado montante gasto levanta questões sobre a eficiência e a necessidade desses deslocamentos, especialmente em um contexto onde a responsabilidade fiscal e a transparência são essenciais para a confiança pública na administração do governo.
Fonte: Oeste










