O governo do Brasil, sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, tomou uma medida de ‘reciprocidade’ que resultou na expulsão de dois funcionários do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos que estavam lotados no Brasil. Um dos agentes, identificado como Michael William Myers, recebeu uma ordem de expulsão e deixou o país imediatamente. Myers atuava como adido civil na área de segurança em Brasília, sendo credenciado pela embaixada norte-americana desde setembro de 2024. Outro policial americano teve suas credenciais suspensas temporariamente pela Polícia Federal (PF), embora sua identidade não tenha sido divulgada. Após a revisão da decisão, ele teve o acesso restabelecido. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, explicou que a suspensão das credenciais foi uma medida temporária enquanto o Ministério das Relações Exteriores decidia sobre as ações a serem adotadas. Essa situação reflete uma tensão nas relações diplomáticas entre Brasil e EUA, especialmente considerando que a expulsão de Myers segue a recente expulsão de um delegado da PF, acusado pelo Departamento de Estado dos EUA de tentar manipular o sistema de imigração. O governo brasileiro, por meio de suas declarações, demonstrou interesse em continuar o diálogo e a cooperação entre as polícias dos dois países, apesar das atuais dificuldades.
Fonte: Oeste










