Líderes de diversas nações se manifestaram em repúdio ao ataque ocorrido na noite de sábado, 25, durante um evento no hotel Washington Hilton, em Washington. As autoridades expressaram alívio pelo fato de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não ter sido ferido. O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou o ataque como incompatível com regimes democráticos, enfatizando a importância de um debate político civilizado. A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, também condenou a violência, afirmando que o ódio político não pode contaminar o diálogo público.
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, reiterou a necessidade de resolver diferenças por meio da democracia e da paz, enquanto o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, manifestou seu choque e parabenizou o Serviço Secreto dos EUA pela rápida reação durante o incidente. Em suas declarações, líderes como o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, e a presidente do México, Claudia Sheinbaum, reforçaram que a violência não tem lugar em democracias.
O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a atuação das agências de segurança, e o premiê da Índia, Narendra Modi, também condenou a violência de maneira clara. O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, expressou alívio ao saber que Trump saiu ileso do ataque. Recep Tayyip Erdoğan, líder da Turquia, destacou que as disputas em uma democracia devem ser resolvidas através do diálogo, e não por meio de ataques.
Conforme informações do FBI, o atirador foi identificado como Cole Allen, um professor de 31 anos que estava hospedado no Hilton. Ele estava armado com uma espingarda, uma pistola e facas, e chegou a ferir um segurança, que felizmente não sofreu ferimentos graves devido ao colete à prova de balas que usava. O incidente gerou uma rápida evacuação de Trump, sua esposa Melania e o vice-presidente J.D. Vance, que estavam presentes no evento.
Fonte: Oeste







