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Cidades sagradas do Iraque sofrem com a guerra regional

Na cidade sagrada de Najaf, no Iraque, o majestoso santuário de Imam Ali permanece em silêncio, com seus vastos pátios sem os sussurros multilíngues dos peregrinos que antes lotavam o local. A guerra que assola a região resultou em uma drástica redução no número de visitantes, impactando severamente a economia local. Sem turistas, os comerciantes e proprietários de hotéis nas proximidades enfrentam dias longos e vazios, aguardando ansiosamente o retorno das multidões que antes impulsionavam seus negócios.

Abdel Rahim Harmoush, proprietário de uma joalheria, expressou sua frustração: “Os iranianos costumavam nos manter ocupados, seja como joalheiros, comerciantes de tecidos ou motoristas de táxi. Agora não há nenhum deles”. Essa realidade reflete não apenas a perda de uma fonte de renda significativa, mas também a tristeza de ver a cultura e a tradição de hospitalidade do Iraque se desvanecerem em meio ao conflito.

Com a situação atual, muitos locais que antes eram vibrantes e cheios de vida agora se tornaram sombras do que eram. A esperança de que a paz retorne à região e que os peregrinos voltem a Najaf é uma aspiração comum entre os habitantes locais, que desejam reviver a rica herança cultural e espiritual de sua cidade. A falta de visitantes tem um impacto direto na economia, mas também na alma da nação, que luta para preservar suas tradições em tempos difíceis.

Fonte: Al‑Monitor

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