As autoridades australianas anunciaram que um grupo de 13 cidadãos, composto por quatro mulheres e nove crianças, está retornando à Austrália após viver no campo de Roj, na Síria, onde estariam relacionados a supostos jihadistas do Estado Islâmico. O Ministro da Justiça, Tony Burke, afirmou que recebeu um alerta na manhã de quarta-feira sobre a reserva de viagem do grupo, que deve desembarcar nos aeroportos de Sydney e Melbourne nesta quinta-feira. Burke enfatizou que o governo australiano não está prestando assistência a esses indivíduos e não pretende fazê-lo, reforçando a postura firme do país em relação a cidadãos que se envolvem com organizações terroristas. O retorno desses cidadãos levanta preocupações sobre a segurança nacional e o tratamento adequado de indivíduos que podem ter sido radicalizados. As autoridades estão preparadas para uma possível prisão de alguns membros do grupo ao chegarem ao país, demonstrando a seriedade com que a Austrália trata a questão do extremismo e do terrorismo. Esta situação é um lembrete da complexidade enfrentada pelos governos ao lidar com cidadãos que se juntam a grupos terroristas no exterior e a necessidade de um forte sistema de Justiça para garantir a segurança da população.
Fonte: Al‑Monitor












