A administração Trump tem sido alvo de críticas por sua abordagem em relação ao Departamento de Estado, priorizando a utilização de intermediários pessoais em detrimento de diplomatas profissionais. Essa prática, que pode ser vista como parte da ascensão do que alguns chamam de ‘estado sombra’ no setor imobiliário, resultou em uma significativa falta de expertise nas questões de diplomacia e segurança global. Especialistas alertam que essa estratégia, ao confiar em fixadores pessoais, compromete a capacidade do governo de compreender e lidar com as complexidades dos desafios globais. A dependência de indivíduos que não possuem a formação adequada para a diplomacia pode levar a decisões mal informadas que não consideram a totalidade das dinâmicas internacionais. Além disso, essa situação ilustra um desvio preocupante das tradicionais práticas diplomáticas, que sempre valorizaram a experiência e a formação específica dos diplomatas. O impacto dessa abordagem na política externa dos Estados Unidos é motivo de preocupação, uma vez que a falta de profissionais qualificados pode resultar em erros estratégicos e na deterioração das relações internacionais. A crítica a essa estratégia é essencial para garantir que a diplomacia americana permaneça sólida e confiável em um mundo cada vez mais complexo e desafiador.
Fonte: The Hill




