À medida que os presidentes Xi Jinping e Donald Trump se encontram, é crucial que os Estados Unidos tomem uma posição firme contra a repressão religiosa crescente na China. A perseguição a creyentes chineses, que tem se intensificado nos últimos anos, deve ser uma prioridade na agenda de direitos humanos dos EUA. O governo americano deve colocar os crentes perseguidos na China no centro de suas iniciativas de engajamento em direitos humanos, promovendo a liberdade religiosa como um valor fundamental. Os relatos de abusos contra a liberdade de crença e de culto na China são alarmantes, incluindo a detenção de líderes religiosos e a destruição de locais de culto. A resposta dos EUA deve ser concreta e eficaz, envolvendo sanções e pressões sobre o regime chinês para que respeite os direitos fundamentais de seus cidadãos. Além disso, é vital que os Estados Unidos colaborem com aliados internacionais para formar uma frente unida em defesa da liberdade religiosa. A proteção dos direitos humanos deve ser uma questão central nas relações entre os EUA e a China, e a defesa dos crentes perseguidos é uma responsabilidade moral que não pode ser ignorada. A liberdade religiosa não é apenas um princípio americano, mas um direito universal que deve ser defendido em todos os lugares, especialmente em face de regimes opressores como o da China.
Fonte: The Hill



