Mario Frias, ex-secretário especial da Cultura, trouxe novos esclarecimentos sobre o investimento no filme ‘Dark Horse’, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante uma entrevista, Frias deixou claro que o ‘relacionamento jurídico’ estabelecido para a produção do filme foi firmado com uma ‘pessoa jurídica distinta’, o que refuta qualquer especulação de que o investimento tenha vínculos diretos com o governo anterior ou com a figura de Bolsonaro em si. Essa declaração surge em um contexto onde a produção cinematográfica e as histórias relacionadas a Bolsonaro têm sido alvo de críticas e controvérsias, especialmente por parte de setores ligados à esquerda. Frias enfatizou a importância da liberdade de expressão e da diversidade de narrativas no cinema brasileiro, defendendo a autonomia dos produtores e do investimento privado em projetos culturais. A produção de ‘Dark Horse’ é uma tentativa de resgatar momentos significativos da história recente do Brasil, e Frias acredita que o filme pode contribuir para um debate saudável sobre os eventos políticos e sociais que marcaram o país nos últimos anos. O ex-secretário destacou que a arte deve ser um espaço livre, onde diferentes perspectivas podem ser exploradas sem medo de perseguições, um princípio fundamental para a democracia e a liberdade de expressão que todos devemos defender.
Fonte: Gazeta do Povo



