O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, finalizou sua visita de dois dias à China com uma série de conquistas geopolíticas e econômicas. A viagem, encerrada nesta sexta-feira, 15, foi marcada por discussões sobre o programa nuclear do Irã, onde os líderes concordaram que o país não pode desenvolver armamentos atômicos. Trump recebeu a garantia de Xi Jinping de que a China não enviará equipamentos militares para o Irã, o que representa um importante alinhamento entre as duas potências. Além disso, o fluxo de combustíveis pelo Estreito de Ormuz foi outro ponto de consenso, com Xi comprometendo-se a garantir o tráfego livre na região e a aumentar a compra de petróleo dos Estados Unidos, após a China ter interrompido a importação do petróleo norte-americano em 2025. No aspecto econômico, Trump anunciou que a fabricante Boeing venderá 200 aeronaves para a China, superando as expectativas iniciais. A visita contou com uma comitiva de empresários influentes, como Elon Musk e Tim Cook, e Trump afirmou que a China investirá centenas de bilhões de dólares nos Estados Unidos. Durante um almoço luxuoso, os líderes celebraram os resultados e discutiram temas delicados como Taiwan, que não foi mencionado na comunicação oficial da Casa Branca. Ao final, Trump convidou Xi e sua esposa para uma visita à Casa Branca em setembro, destacando a importância da relação bilateral e elogiando a postura firme do líder chinês.
Fonte: Oeste



