O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, se manifestou em defesa de sua atuação após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) relacionada a supostas irregularidades e favorecimento à empresa Refit. Em suas declarações, Castro classificou as investigações como baseadas em “ilações irresponsáveis”, enfatizando que não há evidências concretas que sustentem as acusações. Ele afirmou que a operação tem como objetivo desestabilizar sua imagem e, por extensão, a imagem do governo que liderou. A crítica à ação da PF vem em um momento em que muitos percebem uma crescente politização das investigações, que em várias ocasiões têm sido utilizadas como ferramentas de perseguição política. Castro, que já enfrentou desafios significativos durante seu mandato, defende sua inocência e pede que o processo seja conduzido com imparcialidade, sem viés político. A situação levanta questões sobre a atuação da PF e a necessidade de um debate mais amplo sobre a liberdade econômica e as garantias individuais dos cidadãos, especialmente em um contexto em que a política brasileira vive tensões. O ex-governador concluiu reafirmando seu compromisso com a transparência e a defesa dos princípios democráticos, ressaltando que se manterá firme frente a quaisquer tentativas de deslegitimação de sua figura pública.
Fonte: Gazeta do Povo



