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The New York Times e suas alegações infundadas contra Israel

O jornal The New York Times publicou um artigo que levanta sérias dúvidas sobre a veracidade das alegações apresentadas. Assinado pelo jornalista Nicholas Kristof, o texto aborda supostos abusos sexuais de prisioneiros palestinos, trazendo à tona uma narrativa que, apesar de inverossímil, conquistou atenção imediata. O artigo foi criticado por David Shuster, um experiente jornalista, que chamou a atenção para as fontes não verificadas utilizadas por Kristof, enfatizando que essas informações vêm de apoiadores do Hamas, conhecidos por disseminar mentiras e atrocidades inventadas.

Kristof cita 14 entrevistados, mas apenas dois se identificaram, levantando suspeitas sobre a credibilidade do material. Um dos entrevistados, Sami al-Sai, já havia feito acusações semelhantes no passado, que foram negadas pelo Serviço de Inteligência palestino e pelo sistema judicial israelense. O artigo traz elementos fantasiosos, incluindo a alegação de que cães estariam sendo usados para abusar de palestinos, uma narrativa que já faz parte do repertório de propaganda palestina.

Além disso, a principal fonte de Kristof é a ONG Euro-Med Human Rights Monitor, que possui um histórico questionável de acusações contra Israel. O governo israelense reagiu à publicação, classificando-a como um dos piores libelos de sangue da imprensa moderna, uma forma de antissemitismo que visa incitar o ódio. A reação é reforçada por um relatório que documenta o uso sistemático da violência sexual pelo Hamas, contrastando com as alegações do NYT. A organização EndJewHatred organizou protestos contra o jornal, pedindo que cesse a publicação de libelos antissionistas.

Fonte: Oeste

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