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Cláudio Castro defende gestão e rebate acusações da Polícia Federal

Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro, utilizou suas redes sociais para contestar as acusações levantadas pela Operação Sem Refino da Polícia Federal, que investiga sua gestão e a empresa Refit, antiga Refinaria de Manguinhos. Castro afirmou não ter cometido irregularidades, ressaltando que suas ações foram pautadas pela “lisura”. Ele classificou as alegações da investigação como irresponsáveis e anunciou a intenção de protocolar um memorial no Supremo Tribunal Federal (STF) para esclarecer os pontos levantados pelos agentes federais. Castro destacou que o Estado do Rio foi o único a recuperar parte da dívida bilionária da Refit, resultando na devolução de mais de R$ 1 bilhão aos cofres públicos. No vídeo que divulgou, o ex-governador negou qualquer favorecimento ao Grupo Refit, afirmando que a empresa é uma das maiores devedoras do país, com dívidas em vários estados e com a União. Ele ressaltou que, graças aos esforços de sua administração, o Rio de Janeiro conseguiu cobrar impostos devidos pela empresa. Castro também comentou sobre sua participação em um evento em Nova York, patrocinado pela Refit, explicando que se tratou de um fórum organizado por uma revista nacional, e que outras autoridades brasileiras, incluindo o ex-presidente do STF, Luís Roberto Barroso, estavam presentes. Ele negou qualquer vínculo com os patrocinadores do evento e se disse surpreso com as alegações de favorecimento. A investigação menciona ainda a criação de um programa de parcelamento tributário sancionado por Castro, que estaria relacionado à Refit, mas o ex-governador negou que a legislação visasse beneficiar a empresa. A Operação Sem Refino investiga um suposto esquema de favorecimento à Refit envolvendo membros do governo do Rio, e durante as ações, a Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 1,6 milhão em espécie, além de outros bens. Ricardo Magro, controlador da Refit, teve seu nome incluído na Difusão Vermelha da Interpol após determinação do ministro Alexandre de Moraes do STF.

Fonte: Oeste

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