A Anistia Internacional revelou que o Irã executou mais de 2.150 pessoas no último ano, um aumento alarmante que levou o total de execuções globais a seu nível mais alto desde 1981. Em um relatório divulgado nesta segunda-feira, a organização confirmou que, em 2025, foram registradas pelo menos 2.707 execuções ao redor do mundo. Desse total, 2.159 foram realizadas no Irã, um número que mais que dobrou em relação ao ano anterior. Este cenário preocupante destaca a urgência da proteção dos direitos humanos em um país onde a pena de morte é aplicada de forma intensa e sistemática. A crescente taxa de execuções no Irã levanta questões sobre a eficácia das políticas internacionais e a necessidade de uma resposta mais robusta da comunidade global em defesa da vida e da dignidade humana. Além disso, a situação dos direitos humanos no Irã tem sido amplamente criticada por ativistas e organizações internacionais, que pedem a suspensão das execuções e a adoção de medidas que respeitem as liberdades individuais. A Anistia Internacional, ao apresentar esses dados, reforça a importância de uma vigilância constante contra regimes que utilizam a pena de morte como instrumento de controle e repressão. É fundamental que a comunidade internacional se una para condenar tais práticas e trabalhar em prol da defesa da vida e dos direitos humanos em todo o mundo.
Fonte: Al‑Monitor



