O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, fez um alerta alarmante na última segunda-feira, afirmando que um possível ataque militar dos Estados Unidos à ilha resultaria em um ‘banho de sangue’. Essa declaração ocorre após reportagens que indicam que Cuba possui mais de 300 drones militares e que existem planos discutidos para utilizá-los em ataques contra a base militar dos EUA em Guantânamo ou em Key West, na Flórida. Segundo informações de inteligência classificadas, a situação entre os dois países, já tensa, poderia se agravar rapidamente, levando a consequências devastadoras. Díaz-Canel enfatizou que a defesa de Cuba é uma prioridade e que a nação está preparada para responder a qualquer agressão externa. Essa postura reflete a longa história de tensões entre Cuba e os Estados Unidos, especialmente desde a Revolução Cubana, quando o país se afastou da influência americana e buscou apoio de potências como a União Soviética. O presidente cubano também reiterou a necessidade de unidade nacional diante de ameaças externas, sublinhando que a soberania do país deve ser defendida a todo custo. A comunidade internacional observa com preocupação a escalada das tensões, e muitos esperam que uma solução pacífica possa ser encontrada para evitar um conflito armado que traria consequências desastrosas para ambos os lados.
Fonte: The Hill



