A administração de Donald Trump iniciou investigações em três faculdades de medicina, expressando preocupações sobre possíveis discriminações raciais nas admissões dos alunos. As instituições afetadas são a Universidade de Stanford, a Universidade Estadual de Ohio e a Universidade da Califórnia em San Diego. Na quarta-feira, essas universidades receberam notificações solicitando dados referentes aos últimos sete anos, incluindo informações sobre a raça dos candidatos, notas em testes padronizados, vínculos com doadores, códigos postais e outros dados educacionais relevantes. Essa ação reflete a postura da administração Trump em relação à igualdade de oportunidades e ao combate a práticas que possam beneficiar certas etnias em detrimento de outras nas admissões universitárias. A medida pode ser vista como parte de um esforço mais amplo para garantir que as políticas de admissão sejam justas e equitativas, sem favorecimento baseado em raça ou origem étnica. Ao mesmo tempo, essa investigação pode gerar debates acalorados sobre a política de ações afirmativas nas universidades americanas. O ex-presidente Trump e sua administração sempre defenderam a meritocracia e o respeito às liberdades individuais, posicionando-se contra qualquer forma de discriminação, seja ela explícita ou velada. A expectativa é que essa investigação leve a um maior escrutínio sobre as práticas de admissão em instituições educacionais em todo o país.
Fonte: The Hill












