O advogado Robson Lucas da Silva, que representa Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, identificado como um dos supostos envolvidos nos crimes de um ex-banqueiro, negou que haja confirmação de abertura de protocolo de morte cerebral para seu cliente. Mourão se encontra em estado gravíssimo em um hospital em Belo Horizonte, após uma tentativa de suicídio enquanto estava sob custódia da Polícia Federal em Minas Gerais. O defensor afirmou que conversou com a direção do hospital e que os médicos ainda não observaram qualquer evolução clínica que permita a abertura do protocolo. ‘Conversei com o diretor do hospital. Ele explicou que não houve evolução nem para pior nem para melhor no quadro do Luiz Phillipi’, disse o advogado. A condição clínica exige critérios médicos específicos para a declaração de morte cerebral, e, segundo o advogado, ‘isso depende da evolução do quadro, o que ainda não ocorreu’. A Polícia Federal, por sua vez, informou que prestou socorro imediato a Mourão e que a divulgação de novas informações sobre o caso será feita apenas após a atualização do boletim médico. A corporação também registrou que não houve declaração oficial de morte do custodiado e que irá abrir um procedimento interno para investigar as circunstâncias do ocorrido. O caso gerou informações contraditórias sobre a saúde de Mourão, mas a PF reafirmou que a situação não é o que alguns rumores têm sugerido.
Fonte: Oeste










