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Alckmin afirma que aumento de tarifas dos EUA não prejudica Brasil

O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, declarou que o recente aumento das tarifas globais de importação dos Estados Unidos, que passaram de 10% para 15%, não compromete a competitividade das empresas brasileiras. Segundo Alckmin, essa tarifa é aplicada igualmente a todos os países, o que evita desvantagens para o Brasil. Ele fez essas afirmações durante a Missa de Lançamento Celebrativo da Campanha da Fraternidade de 2026, em Aparecida do Norte (SP).

“Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competitividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranja, aeronaves. Foi positivo. Acredito que temos uma avenida de negociação com a visita do presidente Lula aos EUA em março, onde poderemos abordar questões não tarifárias”, comentou Alckmin.

O aumento das tarifas foi anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, após a Suprema Corte do país ter revogado o tarifaço imposto no ano anterior. Trump afirmou que essa elevação é legal e respaldada por instrumentos jurídicos existentes. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que essa decisão impactará cerca de US$ 21,6 bilhões em vendas externas brasileiras.

Além disso, Alckmin expressou otimismo quanto à aprovação do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia no próximo mês, embora tenha reconhecido preocupações de setores como o de vinhos em relação à concorrência. Ele ressaltou que o acordo prevê salvaguardas que protegerão o Brasil, possibilitando a suspensão de importações caso haja um pico significativo.”

Fonte: G1

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