O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, manifestou sua oposição nesta quinta-feira (12) a um projeto de lei que visa a quebra de patentes dos medicamentos Mounjaro e Zepbound, conhecidos como canetas emagrecedoras. A proposta, que foi aprovada com urgência pela Câmara, visa atribuir o caráter de “interesse público” a esses medicamentos, permitindo que outras empresas fabriquem versões similares. Alckmin enfatizou a posição contrária do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços em relação a essa iniciativa, afirmando que “quando você quebra patente, você afasta investimento, reduz inovação no país”. O ministro destacou a importância da inovação e da previsibilidade para atrair investimentos ao setor farmacêutico. Ele também alertou que a quebra de patentes pode gerar insegurança jurídica, um aspecto que preocupa muitos parlamentares e especialistas na área. Além disso, Alckmin expressou seu descontentamento com outra proposta que visa prorrogar o prazo de patentes, reiterando que a defesa da propriedade intelectual é crucial para o avanço da indústria nacional. A posição do governo, conforme exposta por Alckmin, reflete uma preocupação com o futuro da inovação e da competitividade no mercado brasileiro, defendendo que a solução não é a quebra de patentes, mas sim a promoção de um ambiente favorável ao desenvolvimento tecnológico.
Fonte: G1












