A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) respondeu às acusações da Refit, esclarecendo que a interdição em questão é totalmente legal e tem como principal objetivo garantir a segurança das operações. Segundo a ANP, a liminar que suspendeu uma deliberação específica foi concedida pelo desembargador federal Newton Pereira Ramos Neto, porém, isso não implica na ilegalidade da interdição em si. A deliberação suspensa refere-se à 1.174ª reunião de diretoria da autarquia, que estava agendada para ocorrer em 18 de dezembro de 2025. A ANP enfatizou que todas as suas ações são pautadas por normas e regulamentos que visam proteger a integridade das atividades relacionadas ao petróleo e gás no Brasil. A segurança das operações é uma prioridade, e a agência se compromete a agir de forma responsável e transparente em todas as suas decisões. A interdição foi implementada após uma avaliação rigorosa das condições de segurança, e a ANP reafirma que está atuando dentro de sua jurisdição e com a devida atenção às normas de segurança. A autarquia permanece aberta ao diálogo com os envolvidos, mas não hesitará em tomar as medidas necessárias para assegurar que a segurança seja sempre a prioridade máxima nas operações do setor.
Fonte: CNN Brasil










