A proposta de criação de um Código de Conduta para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) está avançando internamente, impulsionada por revelações envolvendo o Banco Master. Sob a relatoria da ministra Cármen Lúcia, a iniciativa já se encontra na fase de análise de propostas recebidas, incluindo sugestões da seccional da Ordem dos Advogados de São Paulo e da Fundação Fernando Henrique Cardoso. Em um contexto no qual a transparência e a ética são fundamentais, Cármen Lúcia está considerando a denominação do documento, debatendo se será chamado de ‘Código de Conduta’ ou ‘Código de Ética’. Isso demonstra uma tentativa de estabelecer diretrizes que assegurem a integridade e a imparcialidade dos membros da Corte. Vale ressaltar que Cármen já apresentou recomendações enquanto presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltadas para a Justiça Eleitoral, que servirão como referência estrutural para o novo documento do STF. Embora os detalhes ainda não tenham sido apresentados oficialmente aos demais ministros, a expectativa é que isso ocorra em um encontro futuro, que ainda não foi agendado. A criação desse Código é um passo importante para a promoção de uma maior responsabilidade e transparência nas ações dos ministros, especialmente em um momento em que a confiança no sistema judiciário é crucial para a democracia brasileira.
Fonte: Oeste










