A Procuradoria-Geral de Justiça do Rio de Janeiro decidiu retomar a investigação que envolve Carlos Bolsonaro, ex-vereador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A alegação da PGJ é de que a apuração anterior sobre um suposto esquema de “rachadinha” não incluiu diligências consideradas essenciais. Fontes da Procuradoria indicam que é necessário aprofundar investigações relacionadas a saques de valores de cofre bancário e à compra de um apartamento. Este inquérito havia sido arquivado em setembro de 2024, após a conclusão de que não havia evidências suficientes para sustentar acusações contra Carlos Bolsonaro. O promotor que conduziu o caso anteriormente, Alexandre Murilo Graça, afirmou que não foram encontrados indícios de que o ex-vereador estivesse envolvido em qualquer esquema irregular. No entanto, um juiz discordou da decisão de arquivamento e enviou o caso de volta à PGJ, que agora decidiu reabrir a investigação. Entre os 26 investigados está Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, que chefiou o gabinete de Carlos entre 2001 e 2008. A defesa de Carlos ainda não se manifestou sobre a reabertura do caso, enquanto a defesa de Ana Cristina criticou a decisão da PGJ, alegando que a investigação está repleta de nulidades e violações legais. A situação segue sendo monitorada com atenção, dado o contexto político conturbado no Brasil.
Fonte: Oeste









