PEQUIM, 16 de março (Reuters) – A China anunciou nesta segunda-feira que está em comunicação com os Estados Unidos a respeito da visita do presidente Donald Trump, que ameaçou adiar a viagem devido a questões relacionadas ao Estreito de Ormuz. Trump também sugeriu que as sanções previamente impostas ao senador Marco Rubio podem não estar mais em vigor. O presidente americano destacou que os países que se beneficiam do transporte marítimo através do Estreito de Ormuz devem contribuir para a segurança da região. Essas declarações foram publicadas pelo Financial Times no último domingo. A situação no Estreito de Ormuz é crítica, pois representa uma das rotas marítimas mais importantes do mundo, com uma significativa parte do petróleo global sendo transportada por ali. A tensão entre os EUA e o Irã, que controla parte da região, tem levado a um aumento das preocupações sobre a segurança e a navegação. A comunicação entre China e EUA pode ser interpretada como um esforço para evitar um agravamento da situação, especialmente em um momento em que as relações entre as duas potências estão tensas. A postura do governo chinês revela uma tentativa de mediação e diplomacia em meio a um cenário geopolítico instável.
Fonte: Al‑Monitor












