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Cinebiografia de Michael Jackson reacende polêmica sobre acusações

O aguardado lançamento da cinebiografia de Michael Jackson, marcado para 23 de abril, reacendeu o debate sobre a primeira acusação de abuso sexual contra o cantor, feita em 1993 por Jordan Chandler. Esta situação ganhou nova atenção com o lançamento do livro “Unmasked: The Final Years of Michael Jackson”, do jornalista investigativo Ian Halperin, que defende a tese de que o jovem não foi vítima de abuso e sugere que a influência de seu pai, Evan Chandler, pode ter distorcido a realidade. O autor também menciona que Jordan recebeu amital sódico durante um procedimento odontológico realizado por seu pai, uma substância conhecida por suas propriedades hipnóticas, que pode ter contribuído para a formação de memórias alteradas. A interação de Michael Jackson com a família Chandler começou em 1993, quando o cantor conheceu o adolescente em Los Angeles, estabelecendo um contato frequente, que incluía encontros e viagens. Meses depois, Jordan alegou em uma consulta psiquiátrica que havia sofrido abuso, o que levou à abertura de uma investigação criminal. Contudo, as autoridades não conseguiram encontrar provas físicas que corroborassem a acusação. Durante o processo, a família Chandler moveu uma ação civil contra Jackson, que foi encerrada em 1994 com um acordo de 23 milhões de dólares. A defesa do cantor argumentou que o pagamento não era uma admissão de culpa, mas uma decisão tomada sob pressão pública. Anos depois, Jackson enfrentou novas acusações, mas foi absolvido pela Justiça em 2005. O cantor faleceu em 2009 devido a uma parada cardíaca relacionada ao uso de medicamentos. A cinebiografia, intitulada “Michael”, será dirigida por Antoine Fuqua e promete trazer novos elementos à história do icônico artista.

Fonte: Oeste

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