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CPMI do INSS estabelece prazo de 5 dias para envio de dados sobre Lulinha

A presidência da CPMI do INSS anunciou que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) foi oficialmente informado sobre a quebra de sigilo aprovada pelo colegiado, que inclui a solicitação de Relatório de Inteligência Financeira (RIF) referente a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), destacou que o Ofício nº 1978/2026 – CPMI-INSS foi expedido no mesmo dia da deliberação, fundamentado no artigo 58, §3º da Constituição Federal e no Regimento Interno do Senado, estabelecendo um prazo de cinco dias úteis para o envio das informações solicitadas. Viana ressaltou que todos os requerimentos aprovados foram formalizados e encaminhados sem qualquer atraso. “A CPMI cumpre rigorosamente suas decisões e continuará executando cada medida aprovada pelo colegiado com transparência e responsabilidade”, afirmou. A tramitação do ofício ocorre em meio à reação da base governista, que busca anular a votação que aprovou a quebra de sigilos telemático e bancário de Lulinha. Parlamentares do PT alegam erro na contagem dos votos, afirmando que o resultado correto teria sido 14 votos contrários, e não sete, como declarado. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) pediu a anulação imediata do resultado, argumentando que haveria uma tentativa de fraude na contagem. Viana, por sua vez, defendeu a legalidade do processo e afirmou que a contagem de votos foi realizada de acordo com o regimento, não havendo irregularidades. A situação evidencia a tensão entre a base governista e a CPMI do INSS, com acusações de manipulação e tentativas de obstrução por parte dos parlamentares mais próximos do governo.

Fonte: Oeste

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