Deputados federais têm se manifestado em relação ao polêmico caso de duas crianças retiradas dos pais em Arroio Grande, no Rio Grande do Sul, por ordem da Justiça. A retirada ocorreu no dia 20 de novembro, sob a justificativa de ausência de vacinação, conforme laudos médicos. A situação gerou indignação entre parlamentares, muitos dos quais são de outros estados. A deputada Bia Kicis (PL-DF) declarou em entrevista que não se pode permitir uma violência dessa magnitude contra a família e que é necessário todo apoio aos pais, embora tenha ressaltado que não teve acesso aos detalhes do processo, que está em sigilo. A deputada também mencionou que procurou outros parlamentares para obter mais informações e que está acompanhando de perto o caso.
O deputado Carlos Jordy (PL-RJ) foi um dos primeiros a se manifestar publicamente, relatando que sua esposa, Laís, investigou a situação e que o casal fez contato com pessoas próximas às crianças. Laís também expressou sua preocupação, afirmando que a separação das crianças dos pais é uma covardia e que o que o Ministério Público alega sobre abusos é totalmente falso.
O deputado Marcos Pollon (PL-MT) também se envolveu, destacando que sua equipe jurídica está analisando o caso, que ele considera gravíssimo. Pollon mencionou que existem indícios de irregularidades no processo que levaram à retirada das crianças e que medidas judiciais serão tomadas. A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) apresentou uma denúncia na Câmara, alertando para abusos de poder por parte das autoridades. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também levou o caso ao Senado, apresentando documentação que aponta problemas no processo de retirada das crianças. O caso de Arroio Grande destaca a necessidade de se defender a autonomia familiar e os direitos das crianças, em face de ações consideradas autoritárias.
Fonte: Oeste










