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Diretor do Paraná Pesquisas prevê eleição presidencial acirrada: ‘Será 52% a 48%’

Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas, projeta uma eleição presidencial bastante acirrada neste ano, com um resultado que pode se aproximar do que foi observado em 2022. Segundo Hidalgo, a disputa será marcada por uma diferença mínima entre os candidatos: ‘Será 52% a 48%’. Recentemente, uma pesquisa do próprio Paraná Pesquisas revelou que 45,3% dos brasileiros afirmam que não votariam de forma alguma em Luiz Inácio Lula da Silva. Por outro lado, 44,7% dos entrevistados afirmaram que não votariam no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). No entanto, outras pesquisas indicam uma diminuição na rejeição ao senador e um crescimento de sua popularidade no cenário eleitoral. Em uma análise sobre as estratégias dos principais candidatos, Hidalgo sugere que Flávio Bolsonaro deve buscar inspirações na maneira como Lula conduziu suas alianças na eleição anterior. Ele destacou que, apesar das dificuldades, o senador deve buscar um apoio que realmente agregue à sua candidatura, evitando repetir erros do passado. Além disso, Hidalgo comentou sobre a possibilidade de que Flávio tenha que negociar alianças com o centrão, o que pode representar um desafio, considerando a postura crítica do eleitorado de direita em relação a essas alianças. Quanto a Lula, Hidalgo acredita que ele não conseguirá repetir seu desempenho no Nordeste, uma vez que as promessas feitas durante a campanha anterior não foram cumpridas. Para Flávio, um nome que poderia ajudar a ampliar sua base de apoio seria o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que é visto como uma figura capaz de atrair votos no segundo maior colégio eleitoral do país.

Fonte: Oeste

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