O dólar começou a semana com uma alta de 1,53%, cotado a R$ 5,2449, refletindo a crescente tensão gerada pela guerra no Oriente Médio e a divulgação de dados econômicos no Brasil. O conflito no Oriente Médio, intensificado por declarações do Irã sobre o fechamento do Estreito de Ormuz, onde cerca de 20% do petróleo consumido globalmente transita, acendeu alertas nos mercados internacionais. O preço do petróleo disparou, com o barril de Brent subindo quase 14% e o West Texas Intermediate (WTI) avançando 12%. Essas altas estão impactando diretamente as bolsas de valores, que estão operando em queda, especialmente na aviação e turismo, setores que já enfrentam grandes dificuldades. No Brasil, o destaque foi a divulgação do PIB de 2025 pelo IBGE, que mostrou um crescimento de 2,3% no ano passado, inferior ao crescimento de 3,4% registrado em 2024. O mercado aguarda também os dados de criação de empregos formais, que serão divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No cenário internacional, os índices das bolsas americanas operam em baixa, com investidores preocupados com os efeitos do aumento do petróleo na economia. A tensão nos mercados globais, somada ao crescimento do dólar, exige cautela dos investidores, que já estão vendendo ações em várias partes do mundo. As bolsas europeias e asiáticas refletiram esse pessimismo, com quedas significativas. Em meio a esse cenário, a Petrobras se destacou com um aumento de mais de 4% em suas ações, ajudando a limitar a queda do índice Ibovespa.
Fonte: G1











