Em 6 de março, o embaixador do Irã nas Nações Unidas, Amir Saeid Iravani, informou que pelo menos 1.332 civis iranianos perderam a vida devido ao conflito com Israel e os Estados Unidos. Além das mortes, ele destacou que milhares de pessoas ficaram feridas ao longo desse período de hostilidades. As declarações foram feitas durante uma coletiva de imprensa na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, onde o embaixador abordou a grave situação humanitária enfrentada pelo povo iraniano em meio a esse conflito. É importante ressaltar que a fala do representante iraniano reflete a narrativa oficial do governo, que busca mostrar o impacto negativo da guerra sobre a população civil, uma vez que os civis são sempre os mais prejudicados em situações de conflito armado. O embaixador não forneceu detalhes adicionais sobre as circunstâncias específicas das mortes e ferimentos, mas sua declaração é parte de um esforço maior para mobilizar apoio internacional e aumentar a pressão sobre os países envolvidos na situação. A comunidade internacional, especialmente as organizações de direitos humanos, deve observar atentamente esses eventos e suas repercussões, já que a proteção de civis deve ser uma prioridade em qualquer conflito. A declaração do embaixador também pode ser vista como uma forma de apelar à solidariedade internacional em momentos de crise.
Fonte: Al‑Monitor










