O conflito entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã já dura quase um mês. Informações de inteligência norte-americana indicam que as forças dos EUA conseguiram destruir aproximadamente um terço do extenso arsenal de mísseis do Irã. Essa informação foi confirmada por várias fontes que têm acesso a dados de inteligência, de acordo com a agência Reuters. Além disso, outra parte do arsenal iraniano também pode ter sido danificada ou destruída durante bombardeios, embora a situação exata desses armamentos permaneça incerta.
Um dos relatos sugere que a destruição de drones iranianos é semelhante, com um terço deles também eliminado. Apesar dessas perdas, o Irã ainda mantém um estoque considerável de mísseis e pode recuperar parte do material danificado ou soterrado após o término das hostilidades. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Irã teria “muito poucos foguetes restantes”, mas reconheceu que os mísseis remanescentes representam um risco para operações norte-americanas na estratégica região do Estreito de Ormuz.
Um funcionário do Pentágono afirmou que os ataques iranianos com mísseis e drones diminuíram em cerca de 90% desde o início do conflito, e que mais de 66% das instalações de produção de mísseis e drones do Irã foram destruídas ou danificadas. Apesar de os militares evitarem divulgar números exatos sobre a capacidade total de mísseis eliminados, até agora mais de 10 mil alvos militares iranianos foram atingidos.
Entretanto, autoridades reconhecem que a rede de túneis do Irã torna difícil a avaliação precisa dos danos, já que muitos mísseis permanecem armazenados em locais subterrâneos. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, comparou a estratégia do Irã ao uso de túneis pelo Hamas em Gaza, ressaltando que o país investiu significativamente em sua infraestrutura de mísseis. Os EUA continuam a implementar uma estratégia focada em atacar esses alvos de maneira metódica e persistente.
Fonte: Oeste











