Os Estados Unidos estão aumentando significativamente sua presença militar no Oriente Médio, preparando-se para um possível ataque ao Irã, caso o presidente Donald Trump decida pela ação. De acordo com informações do jornal Wall Street Journal, nas últimas semanas, uma quantidade substancial de aeronaves de combate e apoio foi deslocada de bases dos EUA e da Europa para a Jordânia e a Arábia Saudita. Essa movimentação inclui caças de tecnologia avançada, como os F-22 e F-35, que possuem capacidades furtivas para evitar radares e sistemas de defesa antiaérea. Esses caças foram utilizados anteriormente para escoltar bombardeiros B-2 em missões contra instalações nucleares iranianas em junho de 2025. Como a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos não permitem o uso de seu espaço aéreo para operações contra o Irã, parte das aeronaves está estacionada na Jordânia, exigindo reabastecimento em voo para operações mais distantes. A Marinha dos EUA também está presente na região, com 13 navios, incluindo o porta-aviões USS Abraham Lincoln e nove destróieres, prontos para interceptar mísseis balísticos iranianos ou lançar mísseis Tomahawk. O porta-aviões USS Gerald R. Ford também está se dirigindo para a área. Em um possível ataque, aeronaves EA-18G poderiam neutralizar os sistemas de defesa do Irã, enquanto os caças F-15E e F-16 estariam prontos para interceptar drones de retaliação. Mesmo bombardeiros B-2, que não estão baseados na região, podem decolar dos EUA para realizar missões com o suporte de aviões-tanque. Sistemas de defesa, como Thaad e Patriot, foram posicionados para proteger ativos americanos e aliados. Após um ataque em junho, os EUA e o Qatar conseguiram interceptar a maioria dos mísseis disparados pelo Irã, demonstrando a necessidade de uma estratégia robusta para lidar com a rápida exaustão dos estoques de interceptadores em conflitos prolongados.
Fonte: Oeste







