Na noite de sexta-feira, 27, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez duras críticas ao relatório apresentado na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em sua fala, Flávio afirmou que, caso exista uma organização criminosa envolvida no caso, “o capo está sentado na principal cadeira do Palácio do Planalto”, referindo-se diretamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O senador classificou o relatório governista como uma manobra “desesperada” para desviar a atenção e proteger Lula e seu filho, Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha. Flávio argumentou que ambos têm uma responsabilidade direta nas chamadas “aposentadorias roubadas” e insinuou que Lula tomou medidas para retirar o filho do Brasil rapidamente, além de tentar encerrar as investigações da CPMI. O relatório dos governistas sugere o indiciamento de 170 pessoas e atribui falhas à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apontando omissões no controle que permitiram um esquema fraudulento de descontos em aposentadorias. No parecer final apresentado, o relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), também pediu o indiciamento de várias figuras políticas, mas isentou o irmão de Lula, Frei Chico, alegando falta de evidências contra ele. Flávio Bolsonaro encerrou sua nota enfatizando que o relatório não é mais do que uma tentativa de proteger os reais culpados por um esquema que prejudicou muitos aposentados brasileiros.
Fonte: Oeste












