A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira, 25, o projeto de resolução que cria a Frente Parlamentar Antiwoke. A proposta, de autoria do vereador Lucas Pavanato (PL), conta com o apoio dos coautores Rubinho Nunes (União), Sonaira Fernandes (PL) e Adrilles Jorge (União). A iniciativa recebeu seis votos favoráveis e três contrários, demonstrando um apoio significativo à proposta que visa preservar valores cristãos e combater o que é considerado excessos ideológicos advindos do movimento woke.
O termo ‘woke’, que se origina do inglês e significa ‘despertar’, é utilizado em contextos críticos para se referir à militância em torno de temas como racismo, desigualdade e diversidade de gênero. Pavanato explicou que a Frente Parlamentar Antiwoke é uma resposta às narrativas que promovem ideologias, como a militância LGBT, a ideologia de gênero, o feminismo e a defesa do aborto. “A Frente Parlamentar busca impedir os avanços dessa ideologia nefasta, preservando o direito à liberdade de expressão”, afirmou Pavanato.
A frente é caracterizada por seu caráter suprapartidário, o que garante ampla representatividade e permite o desenvolvimento de propostas equilibradas e respeitosas à pluralidade da sociedade paulistana. A votação contou com o apoio de figuras como Dr. Milton Ferreira (Podemos), Janaina Paschoal (PP), e Sandra Santana (MDB), enquanto os votos contrários vieram de representantes como Luna Zarattini (PT) e Silvia da Bancada Feminista (PSOL).
O projeto ainda precisa passar pelas comissões de Administração Pública e de Finanças e Orçamento antes de seguir ao plenário. Se aprovado, a Frente Parlamentar Antiwoke será oficialmente instalada na Câmara Municipal de São Paulo, representando uma importante conquista para a defesa de valores conservadores e a luta contra a censura ideológica.
Fonte: Oeste











