O trabalho de Márcio Pochmann, atual presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), está gerando uma série de reclamações entre os funcionários do órgão, segundo reportagem do jornalista Eugênio Esber na Revista Oeste. O projeto que vem causando polêmica é conhecido como ‘IBGE Paralelo’, uma fundação que, se criada, seria sustentada por patrocínios privados. Pochmann, filiado ao Partido dos Trabalhadores e indicado diretamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enfrenta resistência interna em decorrência desse plano.
Funcionários com décadas de experiência, como Rebeca Palis, foram removidos de cargos de liderança, o que gerou descontentamento. Rebeca, que atuou por 20 anos no IBGE, deixou a coordenação de Contas Nacionais. Outro caso foi o de Ana Raquel Gomes da Silva, gerente que foi demitida após se opor à politização do anuário ‘Brasil em Números 2024’, lançado no início de 2025. A inclusão de um prefácio elogiando a atual administração do IBGE, assinado pela governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, foi um dos pontos que gerou um impasse, com Ana Raquel defendendo a impessoalidade e a neutralidade técnica que deveriam reger o anuário.
Além do ‘IBGE Paralelo’, a gestão de Pochmann está relacionada a outros problemas, como a apresentação de dados questionáveis e até denúncias de assédio. A reportagem de Esber revela um quadro preocupante dentro do IBGE, onde a integridade dos dados e a ética profissional estão em xeque. Para mais detalhes, a matéria completa está disponível para os assinantes da Revista Oeste, que já conta com mais de 100 mil leitores. A situação do IBGE sob a presidência de Pochmann continua a ser uma preocupação para aqueles que prezam pela precisão dos dados estatísticos do Brasil.
Fonte: Oeste












